Engenharia
Peritagens, geotecnia, certificação energética e conceção de OTL para infraestrutura. Análise, diagnóstico e modelação técnica. O lado onde o resultado tem de bater certo no papel e em obra.
DOC 05 Sobre a RFAS · est. 2020 · rev 2026.07
A RFAS começou na engenharia. A componente de dados e software veio depois, por acréscimo — fruto de anos de trabalho técnico e de uma paixão por dados que faz a ponte entre as duas coisas.
A RFAS começou na engenharia. Peritagens, geotecnia, certificação energética — o trabalho técnico onde o resultado tem de bater certo no papel e em obra. Foi daí que tudo cresceu.
Ao longo de anos, uma paixão por dados foi-se cruzando com esse trabalho. Primeiro para resolver problemas próprios — organizar informação, eliminar tarefas repetitivas, dar sentido a números dispersos. Depois como competência por direito próprio. A componente de software e dados da RFAS nasceu assim: por acréscimo, alimentada pela prática técnica, não o contrário.
A experiência cruza Portugal e a Flandres (Bélgica), com regulamentação técnica local: certificação energética EPB, interpretação de ensaios geotécnicos (CPT) e, em particular, a conceção e desenvolvimento de OTL (Object Type Library) para infraestrutura pública — trabalho de modelação semântica que está no coração da transição digital da gestão de ativos na Flandres.
A empresa é jovem — existe desde 2020. A prática não: o fundador soma cerca de duas décadas de trabalho técnico entre Portugal e a Bélgica, e é essa experiência que a RFAS põe em cada projeto. Sem stack obrigatória. Sem subscrições penduradas. Sem reuniões para discutir a próxima reunião.
As duas frentes da RFAS não são compartimentos estanques. A maioria dos projetos cruza as duas.
Peritagens, geotecnia, certificação energética e conceção de OTL para infraestrutura. Análise, diagnóstico e modelação técnica. O lado onde o resultado tem de bater certo no papel e em obra.
Plugins, scripts, aplicações web, aplicações móveis e ferramentas internas. Sempre orientadas a problemas reais de quem está na engenharia. Código que serve o trabalho técnico, não o contrário.
A base é sempre o problema de engenharia. A tecnologia entra quando ajuda a resolvê-lo melhor — uma folha de cálculo mais clara, um pequeno script, uma ferramenta que faz uma coisa específica muito bem.
Quando o problema é grande, a RFAS recomenda soluções existentes. Quando é específico, constrói. E se a melhor opção for não avançar, é essa a recomendação.
Como é hoje do conhecimento geral, as ferramentas de inteligência artificial ajudam e melhoram certos projetos. A RFAS também as utiliza — sempre que o considere conveniente e necessário.
As ferramentas de IA aceleram tarefas concretas — explorar código, rever documentos, iterar soluções. A RFAS usa-as como usa qualquer outra ferramenta: quando tornam o resultado melhor ou mais rápido, com revisão humana no fim.
Quando o trabalho envolve dados sensíveis, a RFAS usa exclusivamente modelos de IA locais, a correr nas suas próprias máquinas. Os dados não passam por serviços na cloud, não ficam expostos ao exterior e não são usados para treinar modelos de terceiros.
Descreva o problema e o contexto. A resposta indica se há algo concreto a fazer e qual o âmbito mais simples para começar.